País: Portugal
Concelho: Silves
Freguesia: Armação de Pêra
Largo
da Fortaleza, Armação de Pêra, situada no interior do forte.
É também chamada de capela de Nossa
Senhora dos Aflitos.
Construída no século XVII e renovada por
volta de 1720.
Capela de pequenas dimensões e
arquitetura simples, com planta longitudinal.
A fachada principal é rasgada por portal
com verga de asa de cesto. Tem à direita pequena sineira.
Conserva duas importantes imagens, uma do
santo padroeiro (século XVII), e outra de Nossa Senhora dos Aflitos.
lugares, património, lazer, artesanato, gastronomia, figuras, festas e tradições
sexta-feira, 29 de maio de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Praia do Garrão Nascente
País: Portugal
Concelho: Loulé
Freguesia: Almancil
Concelho: Loulé
Freguesia: Almancil
Situada
junto à Urbanização Vale do Lobo, entre as praias do Garrão Poente e do Ancão,
na zona limítrofe do Parque Natural da Ria Formosa.
Praia vigiada e concessionada com
grande concentração de bares e restaurantes.
Possui areal muito extenso, numa
zona de arribas baixas e intercaladas por vastos campos dunares cobertos de
vegetação rasteira e pinhal.
Face à grande extensão de areal é possível
encontrar zonas propicias a uma maior privacidade.
Ocasionalmente, oferece boas condições
para a prática de bodyboard e surf.
Tem nos extremos duas
lagoas: a das Dunas Douradas (oeste) e a do Garrão (este), ambas de água doce e uma
raridade na linha de costa. São frequentadas por aves aquáticas.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
Castro Marim
País: Portugal
Concelho: Castro Marim
Freguesia: Castro Marim
Pacata vila situada a 53 km de Faro, no extremo oriental do Algarve, com o rio Guadiana a seus pés.
A povoação encontra-se à sombra do velho castelo e do forte de São Sebastião. O casario é constituído por casas térreas e singelas, caiadas de branco e quebradas por ocres e azuis luminosos, que as debruam em formas geométricas ou motivos florais, com açoteias, chaminés rendilhadas e platibandas coloridas, que refletem a típica arquitetura algarvia.
Concelho: Castro Marim
Freguesia: Castro Marim
Pacata vila situada a 53 km de Faro, no extremo oriental do Algarve, com o rio Guadiana a seus pés.
A povoação encontra-se à sombra do velho castelo e do forte de São Sebastião. O casario é constituído por casas térreas e singelas, caiadas de branco e quebradas por ocres e azuis luminosos, que as debruam em formas geométricas ou motivos florais, com açoteias, chaminés rendilhadas e platibandas coloridas, que refletem a típica arquitetura algarvia.
É das mais antigas e históricas terras
algarvias.
Outrora, Castro Marim esteve muito mais
perto do mar do que atualmente. Por alturas do Neolítico (5000 anos a.C.) situava-se
numa ilha rodeada de águas baixas.
Foi conquistada aos mouros em 1242 por Dom Paio Peres Correia.
Em 1319 Dom Dinis criou a Ordem de
Cristo e fez de Castro Marim a sua sede. Quando foi abolida a Ordem dos
Templários no país, o monarca iniciou negociações com a Santa Sé e fundou a
Ordem dos Cavaleiros de Nosso Senhor Jesus Cristo que mandou instalar na vila,
onde permaneceu até meados de 1356, quando foi transferida para Tomar.
Em 1504, Dom Manuel I renovou o foral,
pela sua posição geográfica, defensiva e comercial privilegiada.
Com o terramoto de 1755, que fez ruir
grande parte da vila, a povoação foi deslocada para o vale.
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Igreja Matriz de Albufeira
País: Portugal
Concelho: Albufeira
Freguesia: Albufeira e Olhos de Água
Concelho: Albufeira
Freguesia: Albufeira e Olhos de Água
Rua
da Igreja Nova, Albufeira.
Dedicada a Nossa Senhora da
Conceição.
Começou a ser construída em 1782.
Substituiu a velha Matriz completamente destruída pelo terramoto de 1755.
Templo
de apenas uma nave encimada por um majestoso arco triunfal e uma cúpula de belo
efeito. Tem quatro capelas laterais, dedicadas respetivamente a São Pedro e a
Nossa Senhora de Fátima do lado direito; São Luís e Sagrado Coração de Jesus
(outrora do Santíssimo Sacramento e antiga sacristia) do lado esquerdo. Os
quatro altares do corpo central foram enriquecidos com retábulos de talha
dourada em 1868.
A imagem de Nossa Senhora da
Conceição, orago da igreja, data do século XVIII e é de origem italiana. Mede
2,40 metros de altura e tem por fundo uma tela da autoria de Samora Barros.
Ladeiam a padroeira, no lado
esquerdo, uma pintura de São Bento e a imagem de São Vicente de
Albufeira; no lado direito, a imagem de São José Operário e uma pintura de São
Tiago.
A torre sineira
data de 1869. Eleva-se a 28 metros de altitude e possui um carrilhão de oito
sinos. É acessível por uma escadaria íngreme de 72 degraus.
domingo, 24 de maio de 2015
Piódão
País: Portugal
Concelho: Arganil
Freguesia: Piódão
Piódão é uma
das mais famosas aldeias portuguesas.
Situa-se a 32 km a este da sede de concelho, em plena Serra do Açor.
Integrada no programa Aldeias Históricas
de Portugal, está classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1978.
Aldeia construída na totalidade à base de
pedras de xisto, algumas já centenárias, típicas da região. Apresenta estrutura monoclear, aninhada
em anfiteatro e emoldurada por socalcos com abundante vegetação, junto à ribeira que serpenteia o vale.
O amplo largo da Igreja, a servir de
átrio, dá as boas vindas a quem chega à povoação.
A sua silhueta, entalhada na paisagem do
vale da serra do Açor assemelha-se a um presépio vivo.
Pensa-se que a povoação tem origem da
Idade Média.
Anexo à igreja existiu um
mosteiro, atualmente em
ruínas que pertenceu aos monges de Cister.
Em 1679 é criada a freguesia de Piódão.
Em 1840, o seu concelho de Vide de Foz de
Piódão é extinto, passando a pertencer ao concelho de Avô, extinto em 1855.
Aparentemente remota, até
finais do século XIX encontrava-se na principal estrada comercial entre Coimbra
e a Covilhã, tendo ficado esquecida após a construção de novas estradas.
Igreja Matriz de Redondo
País: Portugal
Concelho: Redondo
Freguesia: Redondo
Praça Dom Dinis, junto à Porta do Postigo, Redondo.
Dedicada a Nossa Senhora da Anunciação.
Concelho: Redondo
Freguesia: Redondo
Praça Dom Dinis, junto à Porta do Postigo, Redondo.
Dedicada a Nossa Senhora da Anunciação.
Templo iniciado em 1576 e bastante alterado em meados do século XVIII e em 1818.
O
corpo da nave é composto por 8 painéis de azulejos com legendas latinas,
enquadradas em molduras de estilo rococó. Do lado direito está a Anunciação, o
Sonho de São José, o Presépio e a Apresentação do menino Jesus no templo. Do
lado oposto a Adoração dos Magos, a Fuga para o Egito, o Repouso da Sagrada
Família e o Menino Jesus entre os doutores.
Alberga
6 altares laterais: Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora do Carmo,
Descendimento, São José, Nossa Senhora da Coroa e Nossa Senhora da Conceição.
Monsanto
País: Portugal
Concelho: Idanha-a-Nova
Freguesia: União das Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha
A Aldeia Mais Portuguesa de Portugal.
Concelho: Idanha-a-Nova
Freguesia: União das Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha
A Aldeia Mais Portuguesa de Portugal.
Vila situada a 29 km
a nordeste de Idanha-a-Nova.
Encontra-se alinhada na encosta de uma elevação escarpada que irrompe abruptamente
na campina.
O Monte Santo avista-se a mais de trinta quilómetros de distância,
e desde o seu alto, vê-se toda a campina de Idanha e extensas propriedades.
Vigiada do alto pelo grande castelo, a aldeia integra-se de uma forma
quase orgânica na paisagem. Ergue-se em cascata a meia altura do monte, a 758 metros de altitude,
na margem direita do rio Ponsul.
Monsanto vale como um todo pela
arquitetura tradicional que soube preservar e pela admirável harmonia com a
natureza. A adaptação das grutas e penedos na construção das
habitações perde-se na origem dos tempos. Há penedos de tal modo ligados às
moradias que tanto lhe servem de paredes como de chão e até mesmo de telhado. Em
Monsanto não se sabe se são as casas que nascem da rocha, se a rocha que nasce
das casas. As casas têm normalmente dois andares e alpendres. Por entre esta
sinfonia de penedos, ruelas, casas e casebres surgem, aqui e ali, construções
de ar mais nobre.
O nome Monsanto tem origem
no elevado número de capelas aqui construídas.
Idanha-a-Velha
País: Portugal
Concelho: Idanha-a-Nova
Freguesia: União das Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha
Pequena aldeia, de ambiente pitoresco, classificada como Monumento Nacional.
Situa-se a18 km
a nordeste da sede de concelho.
É das mais antigas terras portuguesas, com um vasto património de incalculável valor arqueológico, considerada uma verdadeira aldeia museu, por possuir um dos espólios cultural e patrimonial mais rico do país.
Está situada na margem direita do rio Ponsul, cercada de arruinadas muralhas, de traçado oval com origem romana e reaproveitadas na época medieval.
Concelho: Idanha-a-Nova
Freguesia: União das Freguesias de Monsanto e Idanha-a-Velha
Pequena aldeia, de ambiente pitoresco, classificada como Monumento Nacional.
Situa-se a
É das mais antigas terras portuguesas, com um vasto património de incalculável valor arqueológico, considerada uma verdadeira aldeia museu, por possuir um dos espólios cultural e patrimonial mais rico do país.
Está situada na margem direita do rio Ponsul, cercada de arruinadas muralhas, de traçado oval com origem romana e reaproveitadas na época medieval.
O seu território é ocupado desde o Paleolítico, depois como
castro serrano, mas foi, durante a ocupação romana, que atingiu importância e
dignidade. Foi uma das mais opulentas cidades da Lusitânia.
No período visigótico, sob o nome Egitânea,
a povoação conheceu momentos áureos de desenvolvimento. Foi capital do reino
dos visigodos e um dos maiores centros intelectuais da Lusitânia.
Em 534 tornou-se cidade episcopal e em
599 tornou-se sede de diocese. Nesta altura existiu aqui uma oficina monetária,
onde se cunhou moeda em ouro (trientes).
A invasão muçulmana marcou o início da
agonia de Idanha-a-Velha. Neste período passou a chamar-se Exitânia.
Foi conquistada por Dom Afonso III, rei
de Castela.
Dom Afonso Henriques doou-a aos Templários.
Em 1811 ficou anexada a Idanha-a-Nova e na década seguinte torna-sede de um pequeno concelho, existo em 1836.
sábado, 23 de maio de 2015
Parque Ambiental do Buçaquinho
País: Portugal
Concelho: Ovar
Freguesia: Cortegaça
Rua Futebol Clube de Cortegaça, em Cortegaça.
Concelho: Ovar
Freguesia: Cortegaça
Rua Futebol Clube de Cortegaça, em Cortegaça.
Espaço
verde com cerca de 24 000 m2, integrado numa área de pinhal e
lagoas.
Resulta
da requalificação da antiga Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR)
Esmoriz/Cortegaça que funcionou entre 1993 e 2005 e tinha por função o
tratamento das águas residuais através do método de decantação, que implicava
diferentes etapas, cada uma correspondente a uma lagoa existente.
Conta com uma biodiversidade riquíssima
ao nível da fauna e da flora. Podem ser observadas várias espécies de aves,
sobretudo o pato-real e a garça-real. Na flora destaca-se os diferentes salgueiros,
o pinheiro e a gilbardeira.
Dispõe de cafetaria, centro de educação ambiental, jardim
de plantas aromáticas, lagoas, observatórios da avifauna, torres de observação,
áreas relvadas e parque infantil.
Estremoz
País: Portugal
Concelho: Estremoz
Cidade alentejana, sede de concelho, pertencente ao distrito de Évora.
Concelho: Estremoz
Cidade alentejana, sede de concelho, pertencente ao distrito de Évora.
Os
primeiros vestígios de ocupação humana no concelho remontam ao paleolítico,
entre os quais se destacam um conjunto de antas na serra d’Ossa, na extremidade
sul do concelho.
Os
romanos fundaram uma Villa na atual aldeia de Santa Vitória do Ameixial.
Da
presença muçulmana no concelho, o único vestígio material é um arco, modificado
no período cristão e que pode ser visto na porta norte do castelo de Veiros.
A
fundação de Estremoz aconteceu no reinado de Dom Afonso III (1248-1279),
conforme uma inscrição latina existente na muralha medieval, sobre o Arco de
Santarém.
A 4 de Julho de 1336, a Rainha Santa Isabel
faleceu no Paço de Estremoz, depois de uma longa viagem desde Coimbra, com o
objetivo de se encontrar com o seu filho, o rei Dom Afonso IV e de evitar mais
uma guerra com Castela. Não resistiu às febres altas de que foi acometida.
Na
crise de 1383-1385, a
praça de Estremoz reagiu a favor do Mestre de Aviz. Aqui reuniu Dom Nuno
Álvares Pereira, no antigo Rossio de São Brás, um exército constituído por 300
cavaleiros recrutados em Montemor-o-Novo, Évora e Estremoz e daqui partiu para
a Batalha dos Atoleiros, na qual os castelhanos foram derrotados.
A
partir de finais do século XVI, a posição estratégica da cidade de Estremoz
transformou-a na praça militar mais importante para a defesa do Reino contra o
domínio espanhol. As casernas do século XVII, localizadas no Bairro de
Santiago, e vulgarmente chamadas quartéis, mantêm-se até hoje em razoável
estado de conservação.
A 26 de Maio de 1834, na vila de Evoramonte, reuniram-se
os representantes de Dom Miguel (absolutista) e de Dom Pedro IV (liberal), com
o objectivo de pôr fim à guerra civil que assolava o país. Depois de vários
dias de conversações, é finalmente assinada a Convenção de Evoramonte.
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