Mostrar mensagens com a etiqueta Albergaria a Velha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Albergaria a Velha. Mostrar todas as mensagens

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Antiga Cadeia de Albergaria-a-Velha

Portugal \ Aveiro \ Albergaria-a-Velha \ Albergaria-a-Velha e Valmaior

Rua Dr. Castro Matoso, Albergaria-a-Velha. 
Alberga o Arquivo Municipal. 
Edifício construído entre 1901 e 1906 para funcionar como cadeia. Os primeiros presos foram transferidos a 10 de março desse ano, oriundos na velha cadeia. Desempenhou estas funções até 1974 mas os antigos carcereiros continuaram a habitar o primeiro piso até 1983. Posteriormente albergou famílias retornadas de África. 
Entre 1986 e 1993 funcionou como sede da Câmara e da Assembleia Municipal, enquanto decorriam obras no edifício dos Paços do Concelho. Esta requalificação esteve a cargo do engenheiro Carlos Moura. 
Mais tarde albergou, no rés-do-chão, a Escola Básica proveniente da antiga Escola Conde de Ferreira e, no andar nobre, a sede da Junta de Freguesia de Albergaria-a-Velha. 
A partir de 2006 passou a albergar o Arquivo Municipal, adaptação do arquiteto Eduardo Costa Ferreira. Foi inaugurado a 21 de novembro de 2008. 
Ostenta no frontão da fachada, as armas reais de Portugal, do reinado de Dom Carlos (1889-1908). 
O Arquivo Municipal distribui-se por três pisos: no piso térreo encontra-se a receção, o depósito de documentos e um espaço para exposições; no piso um está a zona de trabalho com os gabinetes de classificação e tratamento de documentos, salas de leitura e multiusos; e no piso dois funciona a área de depósito de suportes audiovisuais e digitais. O edifício armazena um conjunto de fundos arquivísticos que datam desde a fundação do Concelho, em 1835, e guarda documentação histórica do seu território, como a Carta de Foral concedida pelo rei Dom Manuel I à Vila e Concelho de Frossos, datado de 1514.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Cineteatro Alba

Portugal \ Aveiro \ Albergaria-a-Velha \ Albergaria-a-Velha e Valmaior

Alameda 5 de outubro, Albergaria-a-Velha. 
Sala de espetáculos mandada construir na década de 1950, pelo Comendador Augusto Martins Pereira e seus filhos Américo e Albérico, para substituir o velho Teatro Albergariense, construído na década de 1920, que se situava no mesmo local. Foi projetado em maio de 1945 pelo arquiteto Júlio José de Brito, autor de outros projetos similares como o Rivoli, no Porto, o Cineteatro de Espinho ou o Teatro Jordão, em Guimarães. A obra decorreu entre 1945 e 1950 e foi inaugurado a 11 de fevereiro do último ano. Era, à época, considerado uma das melhores, mais modernas e mais luxuosas casas de espetáculos de todo o país, dotada de excelentes condições técnicas. 
Foi palco de um enorme reportório cultural, com a passagem de muitos nomes sonantes do teatro e da revista. Também o cinema teve um papel preponderante na sua dinamização.
A partir da década de 1980, o cineteatro começou a entrar em declínio. 
A 28 de julho de 1995 foi adquirido pela autarquia, que o mandou requalificar sob projeto do arquiteto Rui Miguel Rosmaninho Gonçalves, sendo reinaugurado a 27 de abril de 2012. Foram preservados os elementos mais genuínos e introduzidos pormenores inovadores nas áreas que se construíram de raiz, fruto das exigências da legislação em vigor. 
Para além do auditório principal, possui espaços para a organização de eventos e uma sala de café-concerto, no andar nobre.